Piora
— Oi...
— Hey... tudo bom?
[Abraço]
— Tudo ótimo... mas poderia estar melhor...
— [risos] Hãã...!
[beijos]
— É verdade. Eu sinto a sua falta todo dia!
— Pois é, me too... [coça a cabeça, sorri]
— Olho pra ela e penso ‘nah’...
— Pára de besteira!
— É sério. [ri] Você quando olha pra ele não pensa ‘nah’?
— Não! [silêncio] Penso ‘nhé’...
— [muitos risos]
— Não começa de novo com essa história... [manda ‘aquele’ olhar preocupado]
— Ok, ok. [devolve ‘aquele’ olhar despreocupado] Mas que seria bom... ahh... isso seria. Você sabe.
— Hãããã!
— ‘You and me just can’t go wrong.’
[beijo. Abraço. Beijo. Silêncio e ca-fu-né]
— I know. [sorriso]
— Hehe.
[mais beijo. Mais abraço. Mais beijo]
— “Guilt is a useless emotion”.
— Hein?
— O nome da música.
— Pois é, título sugestivo.
— Adoro!
— Eu também... [olhares mútuos] ...e eu te adoro.
— !
— Ou você prefere que eu diga que eu não consigo pensar em outra coisa a não ser nisso? [abraço]
— !!
— Mas é verdade. Tá difícil pra caramba controlar. [beijo]
— Eu sei como é!
— Às vezes eu penso se---
— Shhh. [quase sussurrando] Não pensa nada que piora. [beijo-beijo] Estou louca por você, às vezes até me falta ar, mas não penso nisso.
— ...!!!!...
[beeeeeijo]
— Senão piora.

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